sábado, 20 de fevereiro de 2010

Desenhos que são abençoados e amaldiçoados

Em Lucas 12:56, Jesus fala: Hipócritas! Vocês sabem explicar os sinais da terra e do céu. Então por que não sabem explicar o que querem dizer os sinais desta época? (NTLH)

Dragon Ball Animação japonesa, com muita pancadaria e esquisitices, cuja temática são as Ar-tes Marciais, já virou febre, não só entre as crianças, mas também entre os adoles-centes.O desenho é o mais assistido atualmente da TV paga (Cartoon Network), com audiência média de 9 pontos (lembrando que cada ponto, equivale a 80 mil telespectadores). O desenho estreou no Japão (pra variar...) em 1986 e levou 10 anos para desenrolar-se em três fases: - Dragon Ball, Dragon Balll Z e Dragon Ball GT. O desenho, que também faz sucesso na TV aberta, em sua trama mirabolante, mistura alienígenas, dragões e uma dose de simbologia ocultista. O personagem principal é Goku, um garoto que sai pelo mundo em busca de 7 esferas de cristal que, quando juntas, invocam um dragão (Shen-lon) que satisfará seus desejos. A história tem também um Mestre (este não podia faltar) que o fará um grande luta-dor, de quebra, um demônio chamado Piccolo. A febre também atingiu as histórias em quadrinhos e, 130 mil revistas já são vendidas mensalmente, sem falar, é claro, dos games, brinquedos e outras quinquilharias com o personagem. Pode-se obser-var também, a inserção subliminar do número 666, também conhecido como 'nú-mero da besta', na porta do carro do personagem mrt sata

Pokémon Criados pelo japonês Satoshi Tajiri, que,quando pequeno, além de criar insetos, tinha uma fixação:ser entomologista. Com seus sonhos frustrados devido à ocupa-ção imobiliária de seu país, no final da década de 70 com a construção de grandes shoppings nas áreas de agricultura do arroz, Tajiri, criou os Pokémons na forma de lagartas, traças e caranguejos, espalhados por bosques e rios virtuais. Com a ajuda de um amigo, Pockémon virou um game em 1996, quando o projeto foi comprado pela Nintendo.(Revista Época-27/12/99). Dado o sucesso do jogo, logo se trans-formou em Desenho Animado e, em seguida, filme, ou melhor "O Filme" que, até o início de dezembro de 99, ou seja, com poucos meses de lançamento, já havia ar-recadado US$ 80 milhões. Quanto às suas influências, visite as seções "Nos Games" e "Notícias".
Alguns casos relacionados à influência da TV.
• Na tarde do dia 16/dez/97, quase 12 mil crianças japonesas foram afetadas pelas cenas de Pokémon, desenho animado que nasceu de um mini-game, virou desenho animado e depois filme no cinema. Do total das pessoas afetadas pelo de-senho Pokémon, que é uma junção das abreviatura de Pocket (bolso) e Mon (mons-ter=monstro), 700 precisaram ser internadas em hospitais locais no Japão. Elas foram vítimas de ataques de um caso raro de epilepsia, chamado de Epilepsia Fo-tossensível provocados pela explosão de flashes coloridos, em golpes luminosos desferidos contra Pikachu e seus colegas. O bombardeio de luzes teria provocado esta espécie de ataque epilético. Este fato fez com que Pokémon fosse tirado do ar durante quatro meses. (Revista Época-27/12/99) Leia mais a respeito desta causa, em "Perigo à Vista" na Seção "Nos Games".

POLLY uma boneca que influencia garotas super novinhas com coisas como, polly no shopping, na piscina, jatinho da polly, e os diabo a 4. Meu Deus, é incentivo puro e simples ao consumismo exagerado... as garotinhas ja crescem pedindo celulares, roupas caras, preocupadas unica e exclusivamente com os modismos... acho que crianças deviam se preocupar com outras coisas. Do jeito que as coisas vão, quando eu tivar uma filha, ela ja vai nascer pedindo um celular, e um tenis super caro.

HELLO KIT Só estou repassando… Deus te abençoe em nme de Jesus
leia a historia abaixo e descubra….Havia uma menina de cerca de 14 anos q estava em fase terminal de cancer de boca. Os medicos jah haviam tirado todas as esperanças da familia em relação a cura da garotinha. A mãe da menina, desesperada, tomou uma decisão insana. Fez um pacto com o Demônio: consagrou a menina ao Demônio para q ele a curasse e como promessa, criaria uma marca q afetaria todo o mundo ( no caso a Hello Kitty). Posteriormente o Demônio curou a garotinha, e a mãe cumpriu o q havia prometido: criou a Hello Kitty. A palavra Hello, em ingles quer dizer olá. A palavra Kitty, é de origem chinesa e quer dizer Demônio. ***Logo, Hello Kitty quer dizer: Olá Demônio.*** Vcs pode perceber q a Hello Kitty naum tem boca, devido ao caso da garotinha ter o cancêr de boca. A Hello Kitty é um simbolo da Nova Era. A Nova Era é uma seita q vai contra todos os princípios de Deus. Ela busca criar simbolos “bonitinhos” para agradar a todos. Hello kitty quer dizer: ola demonio
Repassando tambem…

Pica pau Existem outros ainda, como num episódio onde ele está correndo com um carro e em uma certa altura da estrada tem uma placa (como um "outdoor") com a pergunta "Esta viagem é mesmo necessária?"... então o Pica-Pau responde: "Eu sou um diabo necessário!"... ao mesmo tempo que ele fala seu rosto se transforma em um rosto diabólico com chifres. Em outro episódio ele está dentro de uma lata de lixo, meio que "perdido na vida" e diz algo do tipo: "se eu pudesse acabar com tudo isso..." e simula um tiro na cabeça, ou seja, um suicídio.

o pica-pau é um desenho diabolico se voc~e ve nos desenhos ele sempre quer se da bem botando pra ferra nos outros ou explorando eles se perceberem bem quem faz isso na vida REAL o (COISA RUIM) exemplo ele gosta quando o se u seguidor e explorado por ele ou trabalhando pra ele e gosta de ver as desgraças dos outros amesma coisa é o pica-pau então eu eu digo pica-pau é um desenho diabolico. .tenho um irmão de 5 anos de idade....e ele ama o pica-pau,tanto é,que ele deixa de brincar com os amigos para assistir essa porcaria...ele assisti td dia,não perde um episódio...Ele não gostava muito no começo,i agora é apaixonado...por esse motivo se tornou uma criança muito violenta,td ki o pica - pau fala ele quer falar tbm...quero deixar claro,que o pica-pau,aparentemente como td desenho parece ser tão inocente,mais na realidade é um desenho diabólico e incentiva as crianças a serem como ele...agindo como ele...e si não mi engano tem um episódio ki ele fala claramente antes de fazer sua maldade "....aliás...sou um DIABO necessário..." agora me respondam claramente:...u q o diabo faz? ele não veio para matar roubar e destruir? o diabo é isso...mata, rouba e destrói famílias nos pequenos detalhes...i certamente a uma certa igualdade entre o diabo e o pica - pau....pelas atitudes tomas e como ele age...

Aas três espias freqüentemente, o desenho narra e caracteriza as jovens meninas como completamente fascinadas pela sociedade do consumo e incrivelmente adeptas aos signos. Após a assistência e de dezesseis episódios da série de desenho animado Três Espiãs Demais. percebi algumas regularidades no programa em questão. Tais regularidades acabaram

por se constituir em focos de pesquisa. São eles: consumo de aparências, consumo de objetos e

consumo de relacionamentos.

Consumo de Aparências

Nas narrativas do desenho animado em estudo, as jovens meninas heroínas são

representadas, em seu dia-a-dia, como excessivamente dedicadas aos cuidados com sua aparência,

comparando-se constantemente com as demais garotas que compõem a trama e que fazem parte de

seu grupo social. No enredo, todas as jovens meninas de seu círculo social sonham em ser a mais

fashion, a mais rica, a mais bela, fazendo de tudo para vencer essa disputa.

Dentre os dezesseis episódios analisados, nove apresentam questões referentes ao que

denomino consumo de aparências. Ser a mais popular da escola (episódio Nasce uma espiã), vencer

concursos de beleza (episódios Mania de manicure e Cidadãs modelo), obedecer a regras de

etiqueta (episódio Garotas do Vale do Silício), aprender a dirigir (episódio Alienígenas), escolher a

roupa certa para um encontro (episódio Encolhe-encolhe) ou usar produtos para ficar bela (episódio

A Ilha WOOHP) são alguns dos exemplos de situações nas quais os problemas são resolvidos em

4

função da lógica do mundo da moda — obsolescência, sedução e diversificação (LIPOVETSKY,

2006).

O que se percebe na contemporaneidade, e a narrativa do desenho reafirma, é que “são

centenas de milhares de indivíduos correndo às tontas atrás de uma miragem corporal idolatrada às

expensas de tudo mais, e, o que é pior, fabricada para ser desmontada em pouco tempo”. (FREIRE

COSTA, 2005, p. 231). Embrenhadas na sociedade pós-moderna e seduzidas pelos discursos acerca

do corpo e da moda, as espiãs fazem de tudo para estarem de acordo com padrões estabelecidos de

beleza e, portanto, serem aceitáveis e perfeitamente consoantes com as exigências de seu grupo

social.

Consumo de Objetos

Dentre os dezesseis episódios assistidos para o estudo, sete fazem forte referência ao

consumo de objetos. Seguindo a lógica da sociedade do consumo, no desenho animado, botas,

bolsas, vestidos, blusas — dentre tantos outros objetos desejados pelas personagens da série — não

possuem valor intrínseco, seu valor mercantil “[...] é resultante das interações socioculturais em que

os homens os usam”. (GARCIA-CANCLINI, 2006, p.70). De acordo com a lógica consumista do

desenho, “cabe” aos objetos categorizar e classificar os sujeitos, na contemporaneidade. Isso quer

dizer que o valor não está no objeto em si, mas nos significados que concentra e distribui a quem os

consome. Mais do que objetos, são artefatos culturais carregados de significados.

No desenho animado, o desejo de adquirir os objetos colocados em evidência pela

“ditadura” da moda é algo superior a tudo o que está à volta das personagens. Adquirir os objetos

“significantes” da moda, em muitos episódios, torna-se missão mais importante, para as espiãs, do

que resolver as missões mundiais apresentadas pela Organização Mundial de Proteção Humana

(WOOHP4). Isso porque “a corrida para o consumo, a febre das novidades não encontram sua fonte

na motivação do prazer, mas operam-se sob o ímpeto da competição estatutária”. (LIPOVETSKY,

2005, p. 171). Uma competição, onde os sujeitos disputam todos os significados que possam ser

evocados pelo produto na sociedade do consumo. Após os objetos colonizarem os seus desejos, não

há libertação dos seus sentimentos de culpa e de ansiedade, até possuí-los.

No desenho, a importância do ter, reforçada constantemente, estabelece uma significativa

aproximação, e em certos casos relação de causa e efeito, entre felicidade e consumo e/ou consumo

e felicidade.

Consumo de Relacionamentos

No que se refere à afetividade, parece que essa também se converteu na busca incansável

pelo “consumo” de relacionamentos com jovens belos, intelectuais, “sarados” e socialmente em

evidência. Reincidentemente, Sam, Alex e Clover se mostram capazes de qualquer coisa para

conseguir alcançar o prazer narcisista da conquista de jovens meninos. A vida atribulada das três

jovens meninas, em meio a missões, compras, casa e escola, é povoada por jovens meninos lindos,

musculosos e inteligentes. De acordo com a narrativa do desenho, o mundo de uma jovem menina é

vazio se não contar com a presença do masculino. Não um vazio preenchível, mas de uma

incompletude eterna, que se assegura na busca interminável por novos relacionamentos. Nas

narrativas do desenho, buscar contínuos e descartáveis relacionamentos é a representação do ideal

de felicidade.

De dezesseis episódios analisados, oito tematizam em suas tramas os relacionamentos

afetivos entre as jovens meninas espiãs e jovens meninos. Neles os relacionamentos são

apresentados como produtos a serem consumidos. Isso se evidencia na medida em que se pode

perceber: a imensa euforia estabelecida em função da sedução dos garotos em relação às meninas, a

espantosa “batalha” para conquistar seus ”objetos” de desejo e a fácil descartabilidade dos

relacionamentos, que podem ser substituídos por uma “versão” nova e aprimorada a cada episódio.

As tramas dão ênfase ao prazer da conquista e ao descarte.

O que se parece é que a maioria dos relacionamentos em que as personagens se envolvem

são tão frágeis, superficiais e efêmeros quanto quaisquer outros vivenciados na contemporaneidade.

Os vínculos afetivos não sobrevivem ao fluxo dos episódios. O que parece é que as jovens

protagonistas do desenho vivem meras relações de bolso (BAUMAN, 2004) — instantâneas e

disponíveis. Relações que, conforme Bauman (2004), não envolvem amor e que devem ser

mantidas no bolso para que não alterem a rotina dos sujeitos envolvidos. “É o tráfego que sustenta

todo o prazer. Mantenha o bolso livre e preparado” (BAUMAN, 2004, p.37), para que outros

relacionamentos possam ser captados e guardados no bolso. Inteiramente inscrito no discurso

heteronormativo e sexista, o desenho animado Três Espiãs Demais ensina como “qualquer” jovem

menina pode conseguir sair com o “gatinho” que quiser.

Partindo da suposição de que “homens e mulheres internalizam as construções sexistas

(MORAES, 2002 p. 28) e que ser jovem menina emerge na relação com o que se diz sobre sê-lo, é

possível perceber que os discursos apresentados pelo desenho animado acabam por configurar uma

importante pedagogia, instruindo milhares de telespectadores quanto a um jeito socialmente

aceitável de ser e estar no mundo.

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12 comentários:

  1. estes desenhos que acabei de ver quer dizer que não pode assistir?

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    1. Vc q escolhe, Deus te deu livrerbritero para escolher entre a luz e as trevas e esses desenhos estão nas trevas, eu te aconselho a escolher não assistir.Jesus te ama♥

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  2. ñ gostei queria ver de mais desenhos ta manah fez o blog mal feito!!!!1mentira eu ameiiiiiiiiiiiiiiiiiii

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  3. tanta bobagem q nao da pra descrever -_-

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  4. Esses desenho da disney ta cada vez mas pesado ,tem demonio ,espirito ,ensina como morre e tudo ta uma vergonha alheia vamos cuidar de nossos pequenos.

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  5. Como assim abençoado e almadiçuado meu deus tanta coisa meu deus afasta isso dad criançass de todo o mundo
    🙌🙌🙌🙌💃

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  6. vrd.q pena q muitas maes n ver isso.. e bom maes pretarem mas atencao em que seus filhos assitem. pq cada dia seu filho aparece com uma novidade. procure saber aonde ele aprendeu.

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  7. Da próxima vez procuro botar desenhos de luta ação derramamento de sangue etc não de conversa fiada

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  8. Então eu vou para o inferno meu Deus

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  9. sabe a mansão foster para amigos imaginários? eu acho ele... não diabólico...

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